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Aliança Científica 
Antirracista

No dia em que os quilombos perderem o medo das favelas, que as favelas confiarem nos quilombos e se juntarem às aldeias, todos em confluência, o asfalto vai derreter!

 

Nêgo Bispo 

Blog

Quilombos

Justiça Climática e Combate ao Racismo Ambiental

A Aliança articula pesquisadores indígenas, quilombolas e afrodescendentes das periferias e favelas para produzir diagnóstico e ação contra o racismo ambiental que atravessa o Brasil. Atuamos em territórios rurais e urbanos, denunciando desigualdades históricas no acesso à terra, à água, ao saneamento, ao ar limpo e às políticas de adaptação climática.
Dos quilombos e aldeias às margens urbanas impactadas por enchentes e contaminações, nossa atuação integra campo e cidade como ecologias interdependentes. Defendemos que justiça climática exige reconhecer o protagonismo desses povos na conservação da biodiversidade, na defesa da vida e na disputa de modelos de desenvolvimento.

Sistemas de Agricultura e Alimentação Tradicional

Este eixo reúne pesquisas que conectam os roçados quilombolas e indígenas, a agricultura urbana, periurbana e comunitárias das periferias. Investigamos as formas próprias de manejo, cuidado e regeneração dos territórios, compreendendo alimentação como cultura, política e memória.
Defendemos que os sistemas tradicionais e saudáveis rurais e urbanos, são tecnologias ancestrais de soberania alimentar que enfrentam o modelo agroalimentar hegemônico e suas violências. Nas mãos de mulheres, jovens, mestres da roça e coletivos urbanos de agricultura, os SATs são futuros possíveis de cuidado, diversidade e justiça socioambiental.

Saberes Afroíndigenas

A Aliança afirma a potência intelectual e ancestral que emerge dos quilombos, aldeias, periferias e favelas. Enfrentamos o epistemicídio e o racismo acadêmico ao reconhecer saberes afroindígenas como epistemologias completas, que articulam modos de viver, pensar e cuidar dos territórios.
Da engenharia dos roçados ao conhecimento das águas, dos rituais de proteção às tecnologias de cura, este eixo fortalece pesquisas contracoloniais que desafiam as hierarquias da ciência moderna. Atuamos para transformar instituições acadêmicas, criar pontes campo–cidade e sustentar as produções do conhecimento que produzam justiça e política.

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